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    <pubDate>Fri, 10 Sep 2010 20:06:51 GMT</pubDate>

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    <title>A HISTÓRIA DO CACARECO</title>
    <link>/blogweb/index.php?/archives/237-A-HISTRIA-DO-CACARECO.html</link>
            <category>Artigos</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Nelson L. Miranda)</author>
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    A história do cacareco foi uma verdadeira lição de filosofia popular, pois o povo, cansado de ver vereador-rinoceronte, quis fazer um rinoceronte-vereador, para ver no que dava, apesar do antigo princípio de matemática dizer que a ordem dos fatores não altera o produto.&lt;br /&gt;
Mas, já que a ordem dos fatores não altera o produto, tanto importa termos vereador-cacareco como cacareco-vereador que no fim, da no mesmo.&lt;br /&gt;
Acredito, entretanto, que se fosse permitido ao cacareco tomar assento à Câmara Municipal, faria tanto quanto os vereadores que tem passado pelas Câmaras desse imenso e querido Brasil: sentava, roncava e bebia água mineral.&lt;br /&gt;
O paulistano quis fazer com que um rinoceronte, eleito pela vontade soberana do povo, pudesse competir com muitos vereadores eleitos pela vontade soberana dos Pedros Alvares Cabrais.&lt;br /&gt;
Cacareco SIRVA DE EXEMPLO AOS NOVOS VEREADORES, que em breve se iniciam na vida política do país, pois a filosofia que os setenta e oiti mil votos do quadrúpede encerram, bem demonstram a permanente vigilância que o povo exerce em seus representantes.&lt;br /&gt;
As demagogias baratas, os engodos constantes, as falcatruas eleitorais, os que se locupletam dos cargos e as promessas infundadas e não cumpridas, são observadas e anotadas pela consciência popular pesarão na balança das futuras eleições.&lt;br /&gt;
As Câmaras Municipais não podem ser eternas bandinhas de amém ou eternas oposições ao executivo, conforme seus interesses partidários, antes, terão que nortear suas atitudes em harmonia aos interesses do povo e das cidades a que servem. Uma Câmara deve ser o baluarte da democracia municipal, onde a vontade popular se fará ouvir através do vereador.&lt;br /&gt;
Cacareco é o exemplo vibrante de uma política mal orientada e mal dirigida, e o povo não quis mais trocar os homens, quis trocá-los por animais. O paulistano pretendeu derrotar o vereador e eleger o rinoceronte numa expressiva represália às promessas não cumpridas, à exagerada elevação do de vida e a revoltante incapacidade de milhares de representantes do povo, que, depois de eleitos, metem os dedos na cava do colete e mandam os eleitores a favas.&lt;br /&gt;
E se os novos vereadores não se aproveitarem desta lição, eles, como os outros que já desapareceram, serão trocados por outros símbolos, que a filosofia popular achará, na atualidade que estiver atravessando, outros cacarecos e outros vereadores-cacarecos serão derrotados nas urnas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Naidelice é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br&lt;br /&gt;
Escritor e jornalista&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                                                 &lt;!-- s9ymdb:10 --&gt;&lt;img class=&quot;serendipity_image_left&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;60&quot; style=&quot;float: left; border: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px;&quot; src=&quot;/blogweb/uploads/banerok3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; 
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    <pubDate>Fri, 10 Sep 2010 17:06:51 -0300</pubDate>
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    <title>Estresse: assassino silencioso</title>
    <link>/blogweb/index.php?/archives/236-Estresse-assassino-silencioso.html</link>
            <category>Artigos</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Nelson L. Miranda)</author>
    <content:encoded>
    Estresse: assassino silencioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se considera uma pessoa estressada? O que tem feito para aliviar a pressão do cotidiano? Vivemos em uma época de grande tensão. Quase tudo é motivo de muita preocupação. A palavra estresse foi tomada emprestada da física ao se referir a desgaste ou tensão. O termo “estresse” pode ser definido como “o desgaste físico e mental causado por estímulos externos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estresse ocorre quando estamos diante de algo que possa nos causar um dano. Não devemos desprezar a possibilidade de acostumarmos com ele. Mas, fique atento, pois acostumar não significa evitar o estresse. Imagine, por exemplo, uma pessoa que vai morar em uma casa de campo e se depara com uma cobra na sala. Com o tempo a reação desta pessoa ao ver a cobra tende a diminuir, embora ainda continue tomando os cuidado necessários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai chegar o dia em que, mesmo não vendo a cobra, ela ficará estressada diante da simples possibilidade de encontrá-la. Provavelmente, a pessoa terá grande ansiedade ao imaginar onde poderia estar hoje a tal cobra. Daí, o melhor caminho para aliviar o estresse é retirar a “cobra” da casa e tomar os cuidados para garantir que ela não retorne. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Neste sentido, quase sempre ao se aproximar a noite de domingo vem junto as preocupações com os problemas de segunda-feira (cobra na sala), que começam a aflorar em nossa mente, nos deixando estressados apenas com a possibilidade deles se materializarem no dia seguinte. O fato é que, psicologicamente, é como se eles já houvessem ocorridos, pois se não fizermos nada para aliviar a nossa ansiedade é bem provável que teremos uma noite mal dormida, o que poderá minar as nossas resistências para o trabalho.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí, você pode se perguntar: por que não deixar a segunda-feira chegar para tratar dos problemas? Por que temos que antecipar o sofrimento de algo que não aconteceu e poderá não ocorrer? Tenho mesmo que me estressar tanto diante desses pensamentos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não seria a hora de darmos um basta em tudo isso, deixando de ouvir notícias ruins, de pensar no pior e criar espaço para o nosso bem-estar?  Pense que você deve isso para si mesmo, que você pode ficar algum tempo quieto, relaxando. Sinta-se livre para sentir-se bem e compartillhar essa sensação de bem estar com seus entes queridos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, se ainda assim você não conseguir livrar-se do estresse, pelo menos mude a forma de encará-lo, pois só assim você evitará que ele se torne um assassino silencioso, esgotando as suas energias, saúde, encanto, paz e felicidade. De duas uma, ou você aprende a combatê-lo ou ele se apossará de sua mente transformando-o em seu escravo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense nisso e ótima semana,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evaldo Costa é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br&lt;br /&gt;
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil&lt;br /&gt;
Escritor, consultor, conferencista e professor.&lt;br /&gt;
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”&lt;br /&gt;
evaldocosta@evaldocosta.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;!-- s9ymdb:10 --&gt;&lt;img class=&quot;serendipity_image_left&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;60&quot; style=&quot;float: left; border: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px;&quot; src=&quot;/blogweb/uploads/banerok3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; 
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    <pubDate>Fri, 10 Sep 2010 17:00:15 -0300</pubDate>
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    <title>Uma empresa não basta ter um projeto precisa ser um projeto</title>
    <link>/blogweb/index.php?/archives/235-Uma-empresa-no-basta-ter-um-projeto-precisa-ser-um-projeto.html</link>
            <category>Artigos</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Nelson L. Miranda)</author>
    <content:encoded>
    Uma empresa não basta ter um projeto precisa ser um projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após algumas décadas de trabalho com muito sucesso e tendo poupado o suficiente para uma aposentadoria confortável o sócio de um empreendimento nos dizia: - Continuo com o negócio por insistência de meu sócio, por mim já teria parado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversando, seguia nos mostra que por não ter se atualizado e investido na modernização a empresa perdera 50% do faturamento.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao tratarmos do futuro, vi que este não o motivava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa durante esses anos não se valera de uma equipe de vendas, os contatos com os clientes por iniciativa de seus gestores foram mínimos. Viviam em uma confortável situação de serviços comprados. Sempre administrando a empresa de costas para o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual fora a razão do contato conosco? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Receberam a visita de um fabricante de máquinas que lhes mostrara as vantagens de um equipamento da nova geração. Essa nova tecnologia e a possibilidade de agilizar operações os instigaram, mas havia um problema: onde encontrar clientes?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi perguntando quem poderia lhes orientar que chegaram a nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, então havia um projeto? Não, uma sondagem, mas que conflitava com a pouca vontade de alçar novos vôos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas contas feitas mostraram que o pay back era baixíssimo. O equipamento financiado com 12 meses de carência seria pago nesse período. O trabalho efetivo era desenvolvimento comercial, não apenas como ação operacional, mas como estrutura de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Horas de debate e a questão voltava para o pouco interesse no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudamos a pergunta: - Qual o destino desta empresa? Silêncio!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os novos gestores irão assumi-la, a empresa será vendida ou fechada? O empreendimento precisa de um destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Optando-se pelo fechamento que seja algo planejado para que o passivo não leve embora as reservas obtidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sendo esse o caminho e a gestão sendo entregue aos herdeiros, então que seja uma empresa sadia e moderna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escolhendo a venda, é melhor que a empresa esteja valorizada por seus ativos e, principalmente, por seu potencial de exploração de mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilmente observa-se que não importa o destino, todos demandam visão de futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a importância para a organização de se investir nesse equipamento que analisavam?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infinitamente menor que o desenvolvimento do mercado para aumento do faturamento, geração de lucro e valorização da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém compraria a empresa pelo maquinário, pagando um preço diferenciado, isso está muito claro, mas o fariam para ter uma boa fatia de mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que trouxe a empresa até este momento com uma gestão rentável não foi o fato de terem um projeto, mas desta ser um projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que está fazendo com que percam faturamento e rentabilidade é o abandono deste ideal, portanto não será a compra de um novo equipamento – um novo projeto- que trará de volta os bons tempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa está carente de uma nova visão, um novo conceito de gestão. Um modelo de fora para dentro, que permita observar as oportunidades de mercado e explorá-las, aprender sobre novos produtos e desenvolver-los, entender as novas relações e consolidá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que destino terá a organização? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não sabemos, neste momento paira a sombra da deterioração!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperamos que não siga o caminho de tantas outras em que os sonhos se foram e vieram os conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você como gestor precisa estar atento para o fato de que o futuro de sua organização não pode estar atrelado a um projeto, mas no fato de ser um projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ivan Postigo é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br&lt;br /&gt;
Diretor de Gestão Empresarial&lt;br /&gt;
Autor dos simuladores &lt;br /&gt;
Simulador de resultados adotando premissas &lt;br /&gt;
Cálculo de Prospecção de Clientes  para Metas e  Cotas de Vendas&lt;br /&gt;
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão&lt;br /&gt;
ivan@postigoconsultoria.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;!-- s9ymdb:10 --&gt;&lt;img class=&quot;serendipity_image_left&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;60&quot; style=&quot;float: left; border: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px;&quot; src=&quot;/blogweb/uploads/banerok3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; 
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    <pubDate>Fri, 10 Sep 2010 16:54:50 -0300</pubDate>
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    <title>Clima de deserto </title>
    <link>/blogweb/index.php?/archives/234-Clima-de-deserto.html</link>
            <category>Artigos</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Nelson L. Miranda)</author>
    <content:encoded>
    Clima de deserto &lt;br /&gt;
Paiva Netto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O clima seco continua preocupando a população de várias regiões do Brasil, agravado, principalmente, pelas secas e queimadas. A baixa umidade relativa do ar gera, além de problemas de saúde, transtornos na vida de milhões de brasileiros. Nas localidades em que os índices ficam abaixo de 12% (estado de emergência), a Defesa Civil tem aconselhado as Secretarias Municipais de Educação a fazer até mesmo o remanejamento do horário das aulas.&lt;br /&gt;
Por isso, torna-se imprescindível hidratar o organismo adequadamente com líquidos (água, água de coco e sucos), manter a residência ou local de trabalho livres da poeira, evitar a prática esportiva em horários em que o sol esteja mais forte e usar soro fisiológico em narinas e olhos. Ainda é aconselhável colocar nos ambientes vasilhas com água, toalhas molhadas ou umidificadores. Toda a atenção é pouca com crianças e idosos, grupos de maior risco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SÍNDROME DO OLHO SECO&lt;br /&gt;
Entre os principais prejuízos ao corpo, o clima seco provoca dor de cabeça, sangramento das vias respiratórias, maior incidência de asma e bronquite, além da síndrome do olho seco.&lt;br /&gt;
Numa entrevista ao programa “Vida Plena”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), o dr. Alessander Tsuneto, oftalmologista, integrante da Associação dos Portadores de Olho Seco (Apos), esclareceu que essa síndrome atinge de 10% a 15% dos indivíduos acima dos 50 anos. É a segunda maior causa de atendimento nos consultórios, e muitos desconhecem essa enfermidade. Explicou que “a lágrima da pessoa acaba tendo alterações de qualidade ou evaporação excessiva. Isso faz com que se tenha, literalmente, o olho mais ressecado”. Alguns fatores, como cirurgia prévia, uso de lentes de contato sem avaliação oftalmológica, diabetes, doenças reumáticas e queimaduras, podem causar a secura ocular.&lt;br /&gt;
O médico também comentou que a baixa umidade relativa do ar pode desencadear precocemente a doença. “Os níveis saudáveis, segundo a Organização Mundial da Saúde, são em torno de 60%. Li uma reportagem na internet falando que a umidade relativa do ar em São Paulo está abaixo dos 20%. Só como curiosidade, no deserto do Saara é de 10% a 15%. Isso faz com que aumente a evaporação das lágrimas e agrave o olho seco, ou quem não tem o problema corre o risco de possuí-lo.”&lt;br /&gt;
Quanto ao diagnóstico, o dr. Alessander informou que “é feito teste com o especialista, que verá qual é a composição de sua lágrima para comprovar se existem alterações. Com base nesses exames, o médico vai dizer se você tem olho seco leve, moderado ou severo”. Para ele, um exame precoce previne graves doenças oculares, inclusive a cegueira. “Tudo depende do grau de severidade. Se o paciente tiver uma queixa leve, só um desconforto ou uma irritação ocular, a gente pode tratá-lo somente com colírio ou pomada. Mas, se apresentar alguma gravidade, pode ser até caso de cirurgia.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRIANÇAS E DEFICIENTES VISUAIS&lt;br /&gt;
Indagado sobre as possibilidades de as crianças igualmente sofrerem com a síndrome do olho seco, afirmou: “Sim, mas seria mais raro, a não ser que tenha alguma associação com outra doença, hereditária ou causada por algum acidente, uma queimadura, um ácido no olho, por exemplo”.&lt;br /&gt;
Durante o bate-papo, o telespectador Lucas Fernando Gouveia, de Porto Alegre/RS, perguntou ao dr. Alessander se pessoas com deficiência visual padecem com o problema. De acordo com o oftalmologista, “mesmo uma pessoa que não enxerga, mas possui as estruturas oculares e as glândulas que produzem a lágrima, pode ter alteração da qualidade da lágrima e ter olho seco”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DICAS E CUIDADOS&lt;br /&gt;
Ao fim da entrevista, passou importantes dicas para que se saiba se os olhos estão ressecados. “O paciente vai sentir algum grau de desconforto, o olho vermelho, uma irritação ocular. Vai ser difícil piscar, porque, não tendo uma lágrima boa e suficiente na pálpebra, ela não vai deslizar sobre o olho. Então, ela dá uma travadinha.” Também alertou para o fato de que quem fica exposto ao ambiente com ar-condicionado e os que exercem atividades no computador têm maior probabilidade de adquirir a doença, já que o local fica mais seco por causa da falta de umidade, e a fixação por demasia na tela do computador desestimula a pessoa a piscar.&lt;br /&gt;
Outra questão de relevância é o perigo da automedicação. “Só o oftalmologista vai saber se o paciente tem o olho seco, que grau e qual colírio deve usar”, evidenciou. Mais informações sobre o tema podem ser obtidas no site www.apos.org.br.&lt;br /&gt;
Cabe a todos nós, além de informar a população dos riscos que corre com a baixa umidade atmosférica, iluminar as mentes a respeito das graves consequências da seca e queimadas provocadas pela ganância humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José de Paiva Netto é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br&lt;br /&gt;
Jornalista, radialista e escritor.&lt;br /&gt;
paivanetto@lbv.org.br &lt;br /&gt;
&lt;!-- s9ymdb:10 --&gt;&lt;img class=&quot;serendipity_image_left&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;60&quot; style=&quot;float: left; border: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px;&quot; src=&quot;/blogweb/uploads/banerok3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; 
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    <pubDate>Wed, 08 Sep 2010 10:51:59 -0300</pubDate>
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    <title>Quase Comemoração da Quase Independência</title>
    <link>/blogweb/index.php?/archives/233-Quase-Comemorao-da-Quase-Independncia.html</link>
            <category>Artigos</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Nelson L. Miranda)</author>
    <content:encoded>
    Quase Comemoração da Quase Independência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase dois séculos do dia que supostamente começou a independência brasileira. Quase dez Constituições. Quase trinta Estados Federais. Quase seis mil Municípios. Quase duzentos milhões de habitantes. Quase cento e quarenta milhões de eleitores. Quase uma democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase foi reduzida a pobreza. Quase foi diminuída a desigualdade entre os muito ricos e os muito pobres. Quase foi diminuída a mortalidade infantil. Quase foi melhorada a vida diária em todos os Estados brasileiros. Quase foi conseguido garantir comida na mesa de todas as famílias. Quase foi conseguido melhorar os escândalos. Quase os problemas mudaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase foi mantido o sistema de freios e contrapesos, com o Legislativo, Executivo e Judiciário sendo interdependentes e exercendo suas funções com qualidade e presteza. Quase os princípios que norteiam a Administração pública, a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência foram seguidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase a violência não grassou. Quase a tirania foi vencida. Quase a dignidade foi mantida. Quase a saúde foi garantida. Quase a educação foi estendida a todos. Quase houve fé. Quase houve respeito. Quase os brasileiros viveram como irmãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase não houve enchentes depois de secas. Quase não houve censura prévia para a imprensa. Quase os programas televisivos foram melhores do que diálogos. Quase as novelas substituíram livros. Quase não houve programas governamentais populistas. Quase houve verba federal para os Municípios independente de siglas partidárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase houve família. Quase houve fraternidade. Quase houve disputas políticas justas. Quase houve eleição transparente. Quase as denúncias de corrupção e suborno de agentes públicos foram feitas por motivos nobres. Quase houve sucesso dos sistemas prisionais. Quase houve patriotismo. Quase veio o hexacampeonato mundial. Quase sempre houve sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase nunca houve deboche por parte dos representantes eleitos. Quase foi exceção mensalão, mensalinho, subornos e afins. Quase não houve dinheiro na cueca, dentro das calças, das blusas e entregues no banheiro. Quase não houve superfaturamento de obras. Quase houve choro, diante de quase hipocrisia, quase declarada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase houve hereges. Quase houve um Estado laico fora do papel. Quase houve ação altruísta. Quase o egoísmo foi abandonado. Quase houve concursos públicos sem fraudes. Quase houve emprego para todos. Quase a droga foi debelada. Quase os jovens sentiram-se felizes. Quase foi entendido que níveis superiores do ensino são meritocráticos. Quase houve urbanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase as câmeras não registraram crimes bárbaros. Quase pais não foram assassinados a mando de uma filha. Quase o pai e a madrasta salvaram a menina que foi jogada do sexto andar, apenas por ser criança e agir como tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Quase a depressão não foi a campeã de afastamento no INSS. Quase casamentos duraram tempo suficiente para serem para sempre. Quase os pais tiveram tempo para seus filhos. Quase a regra foi seguida. Quase não houve inversão de valores. Quase foi considerado herói o politicamente correto. Quase alguns gêneros musicais foram pouco agressivos. Quase os valores morais foram respeitados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase não houve nova ameaça de terrorismo. Quase houve incentivo. Quase houve continuidade da confiança em homens outrora acima de quaisquer suspeitas, hoje maculados por casos de pedofilias. Quase o povo acreditou que só eram casos isolados de crimes sexuais. Quase o preconceito, a discriminação e o ódio foram extirpados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase o nome de Deus foi só usado em momentos necessários de agradecimentos e de aflição. Quase as favelas abrigaram só pessoas que não tinha condições de residirem decentemente. Quase as grandes capitais não tiveram colapsos por falta de estrutura de planejamento de crescimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase o trânsito, os condutores de veículos e os pedestres foram disciplinados. Quase os animais foram respeitados. Quase o meio-ambiente foi preservado. Quase as crianças, as mulheres e os idosos foram devidamente protegidos, quando em situações de risco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase os jovens tiveram garantido o direito ao primeiro emprego. Quase as mães que trabalham tiveram sempre creches para os seus filhos. Quase a perseverança venceu a autopiedade. Quase houve energia, água e gás para todos os brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase se acreditou que quase duzentos anos seriam suficientes para a vida melhorar. Quase cinco gerações e ainda o piso é escorregadio. Quase independência. Quase motivo para comemorações. Quase...  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eliel Miranda é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br&lt;br /&gt;
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    <pubDate>Wed, 08 Sep 2010 08:30:30 -0300</pubDate>
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