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        <link href="/blogweb/index.php?/archives/234-Clima-de-deserto.html" rel="alternate" title="Clima de deserto " type="text/html" />
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            <name>Nelson L. Miranda</name>
                    </author>
    
        <issued>2010-09-08T13:51:59Z</issued>
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        <title mode="escaped" type="text/html">Clima de deserto </title>
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                Clima de deserto <br />
Paiva Netto<br />
<br />
O clima seco continua preocupando a população de várias regiões do Brasil, agravado, principalmente, pelas secas e queimadas. A baixa umidade relativa do ar gera, além de problemas de saúde, transtornos na vida de milhões de brasileiros. Nas localidades em que os índices ficam abaixo de 12% (estado de emergência), a Defesa Civil tem aconselhado as Secretarias Municipais de Educação a fazer até mesmo o remanejamento do horário das aulas.<br />
Por isso, torna-se imprescindível hidratar o organismo adequadamente com líquidos (água, água de coco e sucos), manter a residência ou local de trabalho livres da poeira, evitar a prática esportiva em horários em que o sol esteja mais forte e usar soro fisiológico em narinas e olhos. Ainda é aconselhável colocar nos ambientes vasilhas com água, toalhas molhadas ou umidificadores. Toda a atenção é pouca com crianças e idosos, grupos de maior risco. <br />
<br />
SÍNDROME DO OLHO SECO<br />
Entre os principais prejuízos ao corpo, o clima seco provoca dor de cabeça, sangramento das vias respiratórias, maior incidência de asma e bronquite, além da síndrome do olho seco.<br />
Numa entrevista ao programa “Vida Plena”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), o dr. Alessander Tsuneto, oftalmologista, integrante da Associação dos Portadores de Olho Seco (Apos), esclareceu que essa síndrome atinge de 10% a 15% dos indivíduos acima dos 50 anos. É a segunda maior causa de atendimento nos consultórios, e muitos desconhecem essa enfermidade. Explicou que “a lágrima da pessoa acaba tendo alterações de qualidade ou evaporação excessiva. Isso faz com que se tenha, literalmente, o olho mais ressecado”. Alguns fatores, como cirurgia prévia, uso de lentes de contato sem avaliação oftalmológica, diabetes, doenças reumáticas e queimaduras, podem causar a secura ocular.<br />
O médico também comentou que a baixa umidade relativa do ar pode desencadear precocemente a doença. “Os níveis saudáveis, segundo a Organização Mundial da Saúde, são em torno de 60%. Li uma reportagem na internet falando que a umidade relativa do ar em São Paulo está abaixo dos 20%. Só como curiosidade, no deserto do Saara é de 10% a 15%. Isso faz com que aumente a evaporação das lágrimas e agrave o olho seco, ou quem não tem o problema corre o risco de possuí-lo.”<br />
Quanto ao diagnóstico, o dr. Alessander informou que “é feito teste com o especialista, que verá qual é a composição de sua lágrima para comprovar se existem alterações. Com base nesses exames, o médico vai dizer se você tem olho seco leve, moderado ou severo”. Para ele, um exame precoce previne graves doenças oculares, inclusive a cegueira. “Tudo depende do grau de severidade. Se o paciente tiver uma queixa leve, só um desconforto ou uma irritação ocular, a gente pode tratá-lo somente com colírio ou pomada. Mas, se apresentar alguma gravidade, pode ser até caso de cirurgia.”<br />
<br />
CRIANÇAS E DEFICIENTES VISUAIS<br />
Indagado sobre as possibilidades de as crianças igualmente sofrerem com a síndrome do olho seco, afirmou: “Sim, mas seria mais raro, a não ser que tenha alguma associação com outra doença, hereditária ou causada por algum acidente, uma queimadura, um ácido no olho, por exemplo”.<br />
Durante o bate-papo, o telespectador Lucas Fernando Gouveia, de Porto Alegre/RS, perguntou ao dr. Alessander se pessoas com deficiência visual padecem com o problema. De acordo com o oftalmologista, “mesmo uma pessoa que não enxerga, mas possui as estruturas oculares e as glândulas que produzem a lágrima, pode ter alteração da qualidade da lágrima e ter olho seco”.<br />
<br />
DICAS E CUIDADOS<br />
Ao fim da entrevista, passou importantes dicas para que se saiba se os olhos estão ressecados. “O paciente vai sentir algum grau de desconforto, o olho vermelho, uma irritação ocular. Vai ser difícil piscar, porque, não tendo uma lágrima boa e suficiente na pálpebra, ela não vai deslizar sobre o olho. Então, ela dá uma travadinha.” Também alertou para o fato de que quem fica exposto ao ambiente com ar-condicionado e os que exercem atividades no computador têm maior probabilidade de adquirir a doença, já que o local fica mais seco por causa da falta de umidade, e a fixação por demasia na tela do computador desestimula a pessoa a piscar.<br />
Outra questão de relevância é o perigo da automedicação. “Só o oftalmologista vai saber se o paciente tem o olho seco, que grau e qual colírio deve usar”, evidenciou. Mais informações sobre o tema podem ser obtidas no site www.apos.org.br.<br />
Cabe a todos nós, além de informar a população dos riscos que corre com a baixa umidade atmosférica, iluminar as mentes a respeito das graves consequências da seca e queimadas provocadas pela ganância humana. <br />
<br />
José de Paiva Netto é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br<br />
Jornalista, radialista e escritor.<br />
paivanetto@lbv.org.br <br />
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        <author>
            <name>Nelson L. Miranda</name>
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        <issued>2010-09-08T11:30:30Z</issued>
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        <title mode="escaped" type="text/html">Quase Comemoração da Quase Independência</title>
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                Quase Comemoração da Quase Independência<br />
<br />
Quase dois séculos do dia que supostamente começou a independência brasileira. Quase dez Constituições. Quase trinta Estados Federais. Quase seis mil Municípios. Quase duzentos milhões de habitantes. Quase cento e quarenta milhões de eleitores. Quase uma democracia.<br />
<br />
Quase foi reduzida a pobreza. Quase foi diminuída a desigualdade entre os muito ricos e os muito pobres. Quase foi diminuída a mortalidade infantil. Quase foi melhorada a vida diária em todos os Estados brasileiros. Quase foi conseguido garantir comida na mesa de todas as famílias. Quase foi conseguido melhorar os escândalos. Quase os problemas mudaram.<br />
<br />
Quase foi mantido o sistema de freios e contrapesos, com o Legislativo, Executivo e Judiciário sendo interdependentes e exercendo suas funções com qualidade e presteza. Quase os princípios que norteiam a Administração pública, a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência foram seguidos.<br />
<br />
Quase a violência não grassou. Quase a tirania foi vencida. Quase a dignidade foi mantida. Quase a saúde foi garantida. Quase a educação foi estendida a todos. Quase houve fé. Quase houve respeito. Quase os brasileiros viveram como irmãos.<br />
<br />
Quase não houve enchentes depois de secas. Quase não houve censura prévia para a imprensa. Quase os programas televisivos foram melhores do que diálogos. Quase as novelas substituíram livros. Quase não houve programas governamentais populistas. Quase houve verba federal para os Municípios independente de siglas partidárias.<br />
<br />
Quase houve família. Quase houve fraternidade. Quase houve disputas políticas justas. Quase houve eleição transparente. Quase as denúncias de corrupção e suborno de agentes públicos foram feitas por motivos nobres. Quase houve sucesso dos sistemas prisionais. Quase houve patriotismo. Quase veio o hexacampeonato mundial. Quase sempre houve sorriso.<br />
<br />
Quase nunca houve deboche por parte dos representantes eleitos. Quase foi exceção mensalão, mensalinho, subornos e afins. Quase não houve dinheiro na cueca, dentro das calças, das blusas e entregues no banheiro. Quase não houve superfaturamento de obras. Quase houve choro, diante de quase hipocrisia, quase declarada.<br />
<br />
Quase houve hereges. Quase houve um Estado laico fora do papel. Quase houve ação altruísta. Quase o egoísmo foi abandonado. Quase houve concursos públicos sem fraudes. Quase houve emprego para todos. Quase a droga foi debelada. Quase os jovens sentiram-se felizes. Quase foi entendido que níveis superiores do ensino são meritocráticos. Quase houve urbanidade.<br />
<br />
Quase as câmeras não registraram crimes bárbaros. Quase pais não foram assassinados a mando de uma filha. Quase o pai e a madrasta salvaram a menina que foi jogada do sexto andar, apenas por ser criança e agir como tal.<br />
<br />
 Quase a depressão não foi a campeã de afastamento no INSS. Quase casamentos duraram tempo suficiente para serem para sempre. Quase os pais tiveram tempo para seus filhos. Quase a regra foi seguida. Quase não houve inversão de valores. Quase foi considerado herói o politicamente correto. Quase alguns gêneros musicais foram pouco agressivos. Quase os valores morais foram respeitados.<br />
<br />
Quase não houve nova ameaça de terrorismo. Quase houve incentivo. Quase houve continuidade da confiança em homens outrora acima de quaisquer suspeitas, hoje maculados por casos de pedofilias. Quase o povo acreditou que só eram casos isolados de crimes sexuais. Quase o preconceito, a discriminação e o ódio foram extirpados.<br />
<br />
Quase o nome de Deus foi só usado em momentos necessários de agradecimentos e de aflição. Quase as favelas abrigaram só pessoas que não tinha condições de residirem decentemente. Quase as grandes capitais não tiveram colapsos por falta de estrutura de planejamento de crescimento. <br />
<br />
Quase o trânsito, os condutores de veículos e os pedestres foram disciplinados. Quase os animais foram respeitados. Quase o meio-ambiente foi preservado. Quase as crianças, as mulheres e os idosos foram devidamente protegidos, quando em situações de risco.<br />
<br />
Quase os jovens tiveram garantido o direito ao primeiro emprego. Quase as mães que trabalham tiveram sempre creches para os seus filhos. Quase a perseverança venceu a autopiedade. Quase houve energia, água e gás para todos os brasileiros.<br />
<br />
Quase se acreditou que quase duzentos anos seriam suficientes para a vida melhorar. Quase cinco gerações e ainda o piso é escorregadio. Quase independência. Quase motivo para comemorações. Quase...  <br />
<br />
Eliel Miranda é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br<br />
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        <link href="/blogweb/index.php?/archives/232-Marketing-de-rede-ou-rede-de-marketing.html" rel="alternate" title="Marketing de rede ou rede de marketing?" type="text/html" />
        <author>
            <name>Nelson L. Miranda</name>
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        <issued>2010-09-08T11:25:38Z</issued>
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        <title mode="escaped" type="text/html">Marketing de rede ou rede de marketing?</title>
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                Marketing de rede ou rede de marketing?<br />
<br />
É interessante como algumas frases são usadas para defesa de pontos de vista e os tornam quase imutáveis.<br />
<br />
Não importa se são empresários experientes ou iniciantes, com frequencia, muitos que nos consultam, quando questionamos porque irão abrir uma empresa ou tomar determinadas atitudes para exploração do mercado, respondem: O sol nasceu para todos.<br />
<br />
Os avanços tecnológicos, a globalização, a terceirização inundaram o mercado de produtos. Você os encontrará com excelentes qualidades até aqueles que deveriam ser retirados do mercado por duas razões: São tão ruins que não aguentam o primeiro uso e apenas estão gerando mais lixo no planeta.<br />
<br />
É verdade que os empreendimentos podem ser de revenda, portanto estariam apenas criando maiores condições de acesso ao consumidor e, pela concorrência, reduzindo os preços.<br />
<br />
Excelente, então uma grande vantagem, porque não incentivá-los?<br />
<br />
Tivesse você uma indústria e visse seus preços despencarem, sem que pudesse agir no mercado com contundência, que atitudes tomaria? Certamente enxugaria tudo que pudesse na estrutura, remexendo custos diretos, indiretos e fixos.<br />
<br />
Caso, ainda assim, não pudesse competir quais seriam os próximos passos? Simplificar o produto, evitar operações que estivessem gerando custos e o mercado não reconhecesse e recompensasse, trocar matérias-primas, substituindo-as por materiais menos custosos. <br />
<br />
Isso está meio estranho, não está? <br />
<br />
Andaram mexendo na qualidade? Exatamente!<br />
<br />
A percepção de qualidade para quem fabrica é diferente da percepção de quem consome.<br />
<br />
Há detalhes técnicos que dificilmente o consumidor, que não seja um especialista, perceberá.<br />
<br />
Temos aparelhos eletrônicos com controle remoto com tantas funções que poucos sabem para que serve, e veja que no fabricante há uma equipe preocupada com os mínimos detalhes.<br />
<br />
A indústria também vê a necessidade de ser seletiva para quem vende, evitando gerar concorrência predatória. <br />
<br />
Considere uma rua de comércio com dez lojas de vestuários.  Para o gestor inexperiente uma mina de ouro. <br />
<br />
Imaginemos que consiga colocar seus produtos em todas na primeira visita. No dia seguinte as vitrines estarão exibindo sua coleção.<br />
<br />
Alguns dias depois começa a guerra de preços. Algumas semanas mais tarde poucos receberão nosso gestor, afinal seus produtos não deixam margens interessantes para seus revendedores.<br />
<br />
Uma lição que fornecedores devem aprender e precisa ser lembrada é que revendedores criaram seus negócios, como o próprio nome diz, para vender produtos e não para comprar. O sucesso destes determinará o seu sucesso.<br />
<br />
Cuidar desse negócio é fundamental para a manutenção e perpetuação da relação comercial.<br />
<br />
O fornecedor que alcança o consumidor, via revendedor, acaba se distanciando dos acontecimentos, mas deve se lembrar que a rede que revende seus produtos são seus porta-vozes. Quanto mais próximo do consumidor, mais próximo da realidade. <br />
<br />
Empresas que trabalham com marketing de rede estão mais expostas aos fatos. <br />
<br />
Marketing de Rede é um sistema de distribuição que movimenta bens e serviços do fabricante diretamente para o consumidor, por meio de uma rede de distribuidores independentes. Não existem atacados e grandes distribuidores intermediando a empresa fabricante do produto e o consumidor final. O único intermediário é o distribuidor independente que é uma pessoa física sem vínculo empregatício.<br />
<br />
Sua organização pode não ter adotado essa sistemática, isso não o desobriga a estar próximo do consumidor para ouví-lo, o máximo que puder. Impregnar as paredes da sua empresa com a voz do consumidor fará com que sua organização esteja voltada para o mercado.<br />
<br />
Ainda que você não tenha que gerenciar o marketing de rede, por não tê-lo adotado, há uma rede de marketing que precisa ser alimentada.<br />
<br />
Você que é empresário, gestor comercial pode continuar defendendo sua tese, observando um pequeno detalhe: o sol nasceu para todos, a sombra não!<br />
<br />
Ivan Postigo é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br<br />
Diretor de Gestão Empresarial<br />
Autor dos simuladores <br />
Simulador de resultados adotando premissas <br />
Cálculo de Prospecção de Clientes  para Metas e  Cotas de Vendas<br />
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão<br />
ivan@postigoconsultoria.com.br<br />
<br />
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        <author>
            <name>Nelson L. Miranda</name>
                    </author>
    
        <issued>2010-09-03T11:17:51Z</issued>
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        <modified>2010-09-03T11:17:51Z</modified>
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        <title mode="escaped" type="text/html">Sua empresa já iniciou os debates para desenvolvimento dos projetos para 2.011?</title>
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                Sua empresa já iniciou os debates para desenvolvimento dos projetos para 2.011?<br />
<br />
O cenário mostra que em muitas organizações diretores, gerentes, supervisores e os demais membros da equipe estão trabalhando neste momento para que os resultados possam, pelo menos, se aproximar das metas no último trimestre, uma vez que os objetivos globais não poderão ser atingidos.<br />
<br />
Os questionamentos seguem duas vertentes: O desempenho foi ruim ou as metas é que foram exageradas?<br />
<br />
Para entender como foram traçados os planos não é necessário muito tempo. Todos preparados no apagar das luzes de 2.009, sem debates e pro-forma. Ocorre que ao observarem reais oportunidades no decorrer do ano investiram, mas sem que a exploração tivesse sido adequadamente planejada.<br />
<br />
Uma entrevista com os gestores mostra que todos os anos a situação é a mesma. Entraram em um círculo vicioso que não conseguem romper.<br />
<br />
Para muita delas, setembro é um mês importante para reflexões e debates. Um momento para a direção da empresa definir os rumos da organização, avaliar os resultados, observar criticamente o mercado e desenhar cenários mercadológicos.<br />
<br />
São as definições globais que permitirão aos gerentes refletirem sobre seus objetivos, estabelecerem seus compromissos e analisarem os recursos que necessitarão para exploração dos novos cenários. O mês de outubro deve ser dedicado a essa tarefa.<br />
<br />
Em novembro prepara-se o plano anual com todos os demonstrativos econômico-financeiros que são colocados para análise crítica e tomada de decisão.<br />
<br />
Dezembro é o mês para divulgação e preparação para o lançamento. Feiras já deverão estar programadas e os materiais e stands definidos.<br />
<br />
Todos os cenários merecem uma rigorosa avaliação, pois demandam investimentos, disponibilização de recursos, importações, compra de equipamentos e preparação do plano de contratação e treinamento.<br />
<br />
Janeiro de 2.011 não é um mês para debates, mas para ações efetivas, com o planejamento estruturado e as táticas entendidas. É o mês para implementação.<br />
<br />
Iniciar os debates em setembro permite, no mínimo, desenvolver contatos para contratação de profissionais e cotações de equipamentos e materiais que poderão integrar a expansão da organização.<br />
<br />
Adiar essas tarefas é a garantir a manutenção do círculo vicioso. Rompê-lo não é tarefa simples.<br />
<br />
Estudiosos afirmam que nas empresas não faltam planos, mas efetivas ações de implementação. Por que isso ocorre?<br />
<br />
Simplesmente porque dedicamos pouco tempo para reflexão e desenvolvimento das táticas. Planos devem ser mais do que um pacote de boas intenções.<br />
<br />
Neste momento, vendedores que completam o ciclo de giro em suas áreas em 45 dias terão mais duas oportunidades para obter resultados. Aqueles que não atingiram suas metas deverão repensar suas ações e buscar apoio e orientação para o próximo ano. Seus gerentes devem se concentrar nas avaliações para que possam ajudá-los nas correções.<br />
<br />
 Reflexão é fundamental para corrigir erros e potencializar os acertos. Organizações são reativas, copiam a acompanham as vencedoras, dessa forma ações que geraram resultados este ano poderão não contribuir da mesma forma em 2.011.<br />
<br />
Em mercados altamente competitivos a manutenção do sucesso está na capacidade de seus gestores tornarem suas próprias organizações obsoletas e no desenvolvimento de trabalhos de prospecção de clientes e oportunidades de negócios.<br />
<br />
Esteja certo de que se você não o fizer alguém o fará. <br />
<br />
Ivan Postigo é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br<br />
Diretor de Gestão Empresarial<br />
Autor dos simuladores <br />
Simulador de resultados adotando premissas <br />
Cálculo de Prospecção de Clientes  para Metas e  Cotas de Vendas<br />
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão<br />
ivan@postigoconsultoria.com.br<br />
<br />
<!-- s9ymdb:10 --><img class="serendipity_image_left" width="600" height="60" style="float: left; border: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px;" src="/blogweb/uploads/banerok3.jpg" alt="" /> 
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        <link href="/blogweb/index.php?/archives/230-Como-vender-para-clientes-Einstein.html" rel="alternate" title="Como vender para clientes “Einstein”" type="text/html" />
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            <name>Nelson L. Miranda</name>
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        <issued>2010-09-02T13:50:13Z</issued>
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        <title mode="escaped" type="text/html">Como vender para clientes “Einstein”</title>
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                Como vender para clientes “Einstein”<br />
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Você se considera um consultor de vendas acima da média? Se Einstein fosse vivo e você tivesse que vender seu produto para ele, como se comportaria? Um desafio e tanto, não seria mesmo?<br />
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Pois bem, saiba que muitos dos que trabalham com vendas defrontam-se, sem se dar conta, com clientes “Einstein”. Você deve estar imaginando que estou me referindo a clientes superdotados, de QI elevado, capaz de fazer contas e propostas de deixar os vendedores mais brilhantes sem ação, não é mesmo? Enganou-se, pois não é exatamente deste tipo de cliente que estou me referindo, mas sim daquele que, apesar da educação medíocre, a vida tem sido generosa com ele, o que o faz sentir-se o “rei da cocada preta”.<br />
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Sentindo-se “Einstein” em pessoa, ele é o dono da razão, sabe de tudo, ninguém mais, além dele próprio é claro, é importante. Naturalmente, não podemos saber como seria vender para o verdadeiro “Einstein”, mas supõe-se que ele fosse uma pessoa sensata, compenetrada e humilde, até porque foi ele quem cunhou a famosa frase “a humildade é o primeiro degrau na escala da sabedoria”.<br />
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O problema é que vender para os que se acham “Einstein” costuma ser bem mais complicado, pois eles, normalmente, são prepotentes, impacientes e se acham acima do bem e do mau. Não adimitem quase nada fora de sua lógica e a humildade é uma palavra que não existe em seu dicionário. Como agir, então?<br />
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O primeiro passo é assumir que ele é um cliente importante, sem se intimidar. Deixe, mesmo a contra gosto, que ele se sinta o todo poderoso. Isso não terá a menor importância se você fizer a venda. O próprio Einstein ensinava: "Se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não às pessoas ou coisas”. <br />
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O bom consultor de vendas deve realizar o seu trabalho com maestria e cumprir a meta de vender aquilo que se propõe, não importando para quem seja. Mesmo que o cliente se sinta sábio como “Einstein” ou poderoso como Deus, o verdadeiro vendedor deve abordá-lo com respeito e comportar-se como se ele fosse mais do que Deus, pois, afinal de contas, o Senhor perdoa, mas o cliente jamais.<br />
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Pense nisso e ótima semana,<br />
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Evaldo Costa é colaborador do portal www.negociosregionais.com.br<br />
Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil<br />
Escritor, consultor, conferencista e professor.<br />
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”<br />
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com <br />
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