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hora é agora para sua empresa investir e lucrar na internet.
A sua empresa está na Internet? Você tem uma proposta otimizada de negócios online? Pois saiba que se você não estiver explorando o potencial que a Internet oferece, estará perdendo muitos negócios e sem que perceba encolhendo um pouco mais todos os dias. Estar fora da Internet é como a doença, que sorrateiramente mina as energias do paciente, e quando ele percebe costuma ser tarde.
Alguns anos atrás o empresário, independente de seu porte e segmento, tinha a opção de escolha de investir na Internet, em anúncios de jornais, rádios, televisão outdoor etc. O tempo passou e, atualmente, estar na Internet não é mais opção, mas sim obrigação e condição sine qua non para os que desejam prosperar.
Na Internet a empresa pode interagir com milhares de pessoas, saber o que elas pensam, o que mais desejam e fazer negócios 24 horas por dia. Com uma proposta otimizada na internet, o empresário ganha dinheiro até quando dorme, pois enquanto encontra-se em sono profundo, haverá sempre alguém consultando e comprando os seus produtos e serviços pelo website.
Estar na Internet significa também economizar o seu tempo e do cliente. Imagine se você tivesse que sair todos os dias para prospectar no face-a-face. Quantos prospects você acha que conseguiria visitar por dia? Com o trânsito caótico dos dias atuais, e as pessoas sempre ocupadas, os custos de deslocamentos seriam enormes e os resultados provavelmente desanimadores. Com a internet, você pode até continuar visitando clientes, mas com hora marcado e negociação em fase adiantada.
Ainda não se convenceu de que a Internet é a melhor solução para maximizar suas chances de vender e lucrar? Então vamos mais alguns exemplos.
1 – Mais de 26 milhões de pessoas enviaram este ano a declaração do IR pela internet;
2 - Entre 2005 e 2011 o avanço do uso da internet no Brasil foi quase 15 vezes maior do que o crescimento da população;
3 - Pesquisa (IBGE) revelou que entre 2005 e 2011, o número dos que usaram a internet no país cresceu 143,8%;
4 – O comércio eletrônico (segundo InfoMoney) em 2012, no Brasil, foi de R$22 bilhões de reais e deverá crescer 25% em 2013.
Desenvolvendo a sua inteligência de negócio na Internet, crescer 100% em um ano é plenamente possível. Já no modelo tradicional de negócio, crescer 10% requer grande esforço. Mas, não pense que é só fazer um site e estará tudo resolvido. Não é tão simples assim. Quem quer obter sucesso deve recorrer a ajuda especializada. Caso contrário é como tentar resolver um problema de canal do dente, tomando analgésico. A dor pode até passar, mas não por muito tempo.
Além dos motivos já evidenciados, um bom profissional de negócios na Internet dirá que há muitas outras razões para você estar na rede online, como por exemplo:
1. A sua empresa não tem horas para abrir e fechar: ela estará 24 horas por dia, 365 dias por ano, pronta para fazer negócios;
2. Você pode atualizar as informações de seus produtos e serviços rapidamente;
3. O seu mercado alvo deixa de ser local para global;
4. Você estará onde o cliente estiver;
5. Com ajuda especializada, você transmitirá imagem profissional do seu negócio;
6. Mais credibilidade nas informações, já que eles estão expostas para o mundo;
7. Maior capacidade de criar promoções;
8. Pesquisar online para saber o que o cliente pensa da sua empresa e produtos;
9. Recrutamento e seleção de funcionários;
10 . Muito mais barato atingir número elevado de pessoas.
Além disso, de acordo com pesquisa divulgada recentemente, em 2016 serão 3,4 bilhões de pessoas com acesso a Internet o que equivale a 45% da população mundial. Atualmente, são 78 milhões de pessoas conectadas no Brasil e 332 milhões de equipamentos (computadores, smartphones e tabletes) prontos para se conectarem a rede digital.
Você não vai querer ficar fora desta, vai?
Nelson L. Miranda ( MTB 58276 )Web Design Web Marketing
Diretor e Jornalista do Negócios Regionais
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Pense três vezes antes de decidir e duas antes de executar
Você tem o hábito de pensar o seu trabalho? Pensa sobre a sua vida? Sobre os seus sonhos? Na sua felicidade? Pensa no que já viveu e no que poderá viver?
A palavra "pensar" é uma palavra fascinante. O dicionário diz que pensar é “ponderar ou meditar, ter a mente ocupada em algum assunto, ter ideias, formar ou combinar ideias,
refletir, raciocinar.”
Um problema comum é que vivemos com tanta presa que até esquecemos que devemos pensar muito, e antes de agir. Desejamos encontrar rapidamente solução para todos os problemas, como se ela fosse modelo pronto, como mercadorias expostas nas prateleiras do supermercado.
Apreciamos e priorizamos quase tudo que nos proporcionam resultados rápidos. Se, por exemplo, desejamos aprender um novo idioma, o curso que promete fluência em três meses, é o que provavelmente terá mais chances de ser selecionado. Claro, que se fizermos a matricula, será uma decisão impensada, pois sabemos que não é possível dominar um novo idioma em tão pouco tempo. No entanto, quando pensamos encontrar o que procuramos ou ouvimos o que mais desejamos, a decisão é mais pelo impulso do que pela razão.
Muitas vezes, a falta de hábito e de tempo para pensar, nos leva a decisões nada inteligentes. Do jeito que nos comportamos, até parece que a velocidade ganha da precisão. Em busca de nossas metas, preferimos fazer logo o que acreditamos ser necessário, do que parar para refletir e desenvolver um plano de ação eficiente.
Como não gostamos ou costumamos parar e pensar as nossas ações, acabamos não refletindo sobre o quanto tempo e dinheiro desperdiçamos com projetos iniciados por pura euforia, impulso e ilusão. Quantos cursos começamos e não concluímos? Quantas dietas já iniciamos para depois descobrir que não funciona como gostaríamos? Quantas poupanças foram iniciadas sem nunca alcançar o montante almejado? Quantos projetos iniciados e não acabados, não é mesmo?
Agimos sem pensar ou pensamos sem agir: assim frui a vida! Acreditamos que os bons alunos são bons pensadores, que os mais ricos são mais inteligentes, que os bem sucedidos são melhores do que nós. Na verdade poucos pensam sobre o que sabem, apenas aplicam quase que automaticamente a formula assimilada, e se os resultados não forem os desejados, ao invés de concentrarmos no que deu errado, saímos em disparada para encontrar culpados.
Somos seres apressados e tão direcionados ao fazer que raramente nos permitimos a pensar de forma organizada nas ações que devemos tomar, em quais ideias devemos desenvolver, ou que problema devemos priorizar. A minha experiência de muitos anos em consultoria, revela que a maioria dos gestores com quem eu tive contato ao longo de quarto décadas, estavam sempre muito ocupados, e passavam mais tempo executando tarefas do que planejando as suas ações.
Talvez devêssemos aprender com os verdadeiros carpinteiros que mede duas vezes e corta uma.
Pense nisso e sucesso,
Evaldo Costa
Secretor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Blog: www.evaldocosta.blogspot..com
Web Site: www.evaldocosta.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br
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Atendimento otimizado se conquista com gente excelente
É inegável que a evolução dos recursos tecnológicos tem facilitado enormemente a prestação de serviços e o atendimento ao cliente. Porém, há muita gente imaginando que pode resolver o problema do atendimento falho com os muitos recursos tecnológicos e operacionais disponíveis no mercado.
Muitas vezes, a empresa imagina que investir, por exemplo, em contact center, central de digital de telefonia e softwares de apoio, será a solução definitiva para todos os problemas de baixa qualidade do atendimento da organização.
Daí, assim que o investimento é realizado, há grande motivação, e todos os visitantes VIPs, serão convidados a conhecer o novo setor, motivo de orgulho da organização. Até ai nada de errado, o problema é que o tempo passa e alguns meses apos a inauguração, os problemas continuam os mesmos e, não raro, é preciso “maquiar” as apresentações para justificar os esforços e investimentos realizados.
Não que investir não seja necessário, muito ao contrário. Sem investimento adequado a empresa perde competitividade. O problema é que a parte tecnológica por mais encantadora e inovadora que seja, não deve garantir, por si só, bons resultados. O que fará a diferença para o sucesso do atendimento ótimo, será a operacionalização otimizada dos recursos tecnológicos. Em outras palavras, os investimentos nas pessoas, são tão ou mais necessárias do que os aplicados em softwares e computadores de última geração.
Um fato quase sempre menosprezado pela liderança, é que ao comprar, por exemplo, uma central de telefonia de ponta, é razoável supor que ela durará por muito tempo sem precisar de manutenção. Já os recursos humanos, necessitam de manutenção diária, pelos 365 dias no ano. Caso você não tenha o perfil de treinar pessoas, estipular metas, premiar o bom desempenho e acompanhar diariamente os resultados, é melhor pensar bem, antes de investir o seu dinheiro em projetos com viés tecnológico.
O fato é que você não tem opção de ignorar a prestação otimizada de serviços e atendimento. Até porque você deve ter concorrentes, e eles sabem que a razão do seu negócios são os clientes, e portanto é preciso cuidar muito bem deles. Logo, há pelo menos sete razões para você se preocupar em ter desempenho excelente nos indicadores de atendimento ao cliente, são eles:
1 - A satisfação do consumidor é amplamente monitorada – Atualmente, as empresas monitoram muito mais o atendimento do que no passado. Portanto, se você não fizer o seu dever de casa neste quesito, correrá sério risco de perder mercado, pois as possibilidades do seu concorrente estar atuando com maestria junto aos cliente não devem ser ignoradas;
2 – O consumidor se tornou mais consciente e exigente – Suponha que você tenha um aparelho de celular moderno, do tipo iphone. Imagino que se você perde-lo dificilmente irá adquirir um modelo tradicional e inferior para substitui-lo, não é mesmo? Portanto, depois de ter experimentado um atendimento melhor, mesmo que em outro setor, país ou concorrente, o consumidor não admitirá reduzir o seu nível de expectativa, Daí, para mante-lo só lhe restará uma alternativa: atender e superar as suas expectativas, e para faze-lo, você terá que trabalhar duro, de forma inteligente e direcionada;
3 – O mundo está conectado – A velocidade da informação é gigantesca. A pessoa que usa computador, mídias sociais, equipamento de celular ente outros apetrechos não tem paciência para ficar ouvindo um atendente despreparado. Ele vai em busca de outras alternativas e sairá detonando você;
4 - Mídias sociais – Mais um canal poderoso de monitoramento a disposição dos consumidores. Quem não estiver bem preparado para vender produtos e serviços de qualidade terá muitos problemas, pois o consumidor poderá falar com muita gente na velocidade do click do mause. Agora o boca-a-boca alcança milhares de pessoas com um único click.
5 - Órgãos reguladores – Os órgãos de defesa do consumidor e as ONGs que oferecem serviços de apoio ao cliente, estão conectados a quase todo tipo de tecnologia online. Logo eles tem muito mais facilidade para monitorar e organizar provas contra você;
6 – Monitoramento dos índices de satisfação – Boa parte das organizações, a exemplo das empresas franqueadoras e até órgãos reguladores estão remunerando (ou punindo) a partir dos indicadores de atendimento. Logo você precisa desenvolver a consciência de que não se controla índices baixos de satisfação ou reclamações, se evita.
7 - Você ainda pode fazer a diferença – Finalmente, uma notícia formidável: você ainda pode fazer a diferença e garantir o sucesso seu e da organização para a qual você trabalha. Mas, não pense que fará isso apenas com boas intenções. Você precisa investir tempo e dinheiro no seu aprimoramento profissional. Você precisa aprende e aplicar rapidamente o conhecimento absorvido, pois nos dias atuais, não basta dominar o saber, é preciso agir e ser mais rápido e eficaz do que os concorrentes.
Pense nisso e ótimo dia,
Evaldo Costa
Secretor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Blog: www.evaldocosta.blogspot..com
Web Site: www.evaldocosta.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
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Maratona da vida
por Tom Coelho
“Brasil, qual é o teu negócio?”
(Cazuza)
A cena é velha conhecida de todos nós. O semáforo fecha, os carros param e uma pessoa, jovem ou idosa, circula pelo corredor formado por entre os veículos depositando objetos de toda ordem sobre o espelho retrovisor: balas, canetas, flanelas, adesivos. Enfim, qualquer coisa que possa receber o valor de um ou dois reais estampado num pedaço de papel xerocopiado com mensagens como “estou desempregado”, “garantir o sustento de minha família” e “Deus lhe abençoe”.
Dia destes flagrei-me conversando com meu lado mais cartesiano, aquele que sublima a matemática existente por trás das notas musicais e da geometria das construções. Os números, quando não manipulados, mentem jamais. O cálculo dispensou uso de máquina: observei um garoto percorrer dez veículos. Considerando-se uma extensão média de dois metros e meio por automóvel (seu comprimento acrescido da distância mantida para o carro seguinte), temos um total percorrido em torno de 25 metros. Porém, o jovem caminhava, a cada semáforo fechado, quatro vezes esta distância para distribuir, retornar, recolher e reposicionar-se no ponto de partida. Ou seja, cem metros por semáforo fechado. Tomando-se um intervalo de dois minutos entre paradas, o trajeto era cumprido trinta vezes em uma hora. Fazendo-o por seis horas ao longo do dia, temos a surpreendente marca de 18 quilômetros diários. Uma meia maratona!
Sem preciosismos, podemos julgar o garoto do exemplo acima muito lépido e arguir que, na verdade, o total percorrido seria metade do exposto. Continuamos com nove quilômetros diários, sob sol e chuva, descaso e arrogância, medo e intolerância.
Este é um exemplo cristalino da economia informal que toma conta deste país. Há toda uma indústria paralela por trás desta mendicância: do fornecedor de balas, canetas, flanelas e adesivos, ao fornecedor do papel xerografado e da embalagem plástica que compõe o tal kit.
É evidente que sempre haverá quem alegue que tais pessoas gostam de exercer esta “profissão”, que na verdade não querem procurar um “emprego” legítimo. Ainda que isso seja um fato, em meu entender não generalizado, a resposta a asserções deste gênero fica estampada em eventos como um concurso público realizado tempos atrás no Rio para seleção de 1.400 garis, que atraiu 110 mil inscritos, entre eles 22 mestres e 45 doutores, para auferir uma remuneração da ordem de dois salários mínimos.
Diante deste quadro, pode parecer contestação filosófica ou bravata pseudointelectual, mas não há como deixar de se questionar: Que diabos de país nós estamos construindo?
Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.
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O Que é Um Mito de Marketing? Por Que Continuam Ocorrendo Decisões Equivocadas no Lançamento de Produtos?
Diz-se que um mito é uma crença sem fundamento que foi adotada sem nenhum critério – em especial – por algum grupo interessado. Os mitos nascem da necessidade humana de impor ordem a uma realidade confusa.
Eles tentam explicar o que está ocorrendo, mas os problemas começam a acontecer quando as pessoas tiram conclusões erradas da realidade que observam à sua volta.
Ou seja, um mito é uma crença que muitas pessoas continuam adotando, mesmo quando confrontadas com provas contrárias.
A história da humanidade está repleta de mitos duradouros, desde a crença dos antigos chineses quanto ao eclipse solar, até o mito aristotélico de que a Terra era redonda e o centro do universo.
Na medida em que a humanidade evolui ampliando seus conhecimentos, muitos desses mitos vão sendo extintos e substituídos por nova realidade. Porém, em relação ao marketing moderno ainda se observa muitas dessas crenças e, por causa disso, afirma-se que mitos de marketing seriam as crenças coletivas não provadas – ou falsas – com ou sem uma explicação, as quais são utilizadas por dirigentes empresarias para justificarem suas práticas de marketing ou algum processo de tomada de decisões.
Os exemplos de decisões equivocadas ocorrem não apenas em pequenas empresas, como também em grandes corporações. Em 1979, por exemplo, a Avon comprou a joalheria Tiffany.
A popular empresa de cosméticos decidiu investir numa das mais celebradas joalherias do planeta. O raciocínio dos seus executivos era que a sofisticada joalheria acabaria por transferir seus clientes de alta renda para a fabricante de cosméticos.
Parecia fazer todo sentido, não é? Pois foi um completo fracasso. E somente após colocar "a mão na massa" a Avon percebeu que aquele era um negócio totalmente diferente do seu, com um ritmo de crescimento mais lento e que exigia altos investimentos. Sem mencionar o fato de que as clientes que buscavam um diamante da Tiffany não estavam exatamente interessadas nas ofertas do catálogo da Avon. Em 1987, a Avon vendeu a joalheria.
Essa história me fez lembrar outras bobagens clássicas, como o lançamento da New Coke, em 1985 (uma tentativa de mudar o consagrado sabor da Coca-Cola que se mostrou um verdadeiro fiasco e obrigou a Coca rapidamente a voltar ao sabor original).
Sem contar com a linha de produtos – um tanto excêntrica – que o Supermercado Wal-Mart trouxe para o Brasil (no início de suas atividades). Eram sacos para bolinhas de golfe e até aspiradores de jardim – sucesso de vendas nos Estados Unidos, diga-se de passagem – os quais encalharam por aqui e acabaram sendo retirados das prateleiras.
Outra decisão desastrosa foi tomada pelo fabricante de canetas (e isqueiros) BIC, o qual lançou – em meados dos anos 80 – perfumes em cartelas para serem vendidos em bancas de jornal, lojas de conveniência e outros canais de distribuição menos convencionais.
Ou ainda a engarrafadora da Água Mineral Minalba que, no início dos anos 90, lançou sua linha de refrigerantes – guaraná, laranja, etc. – numa embalagem parecida com a da água (190 ml.), contrariando um dos mais importantes axiomas de Marketing.
Ele afirma que, uma vez consolidada uma imagem – ou consagrada uma determinada marca – através de uma competência específica, jamais essa marca deverá ser utilizada para “apadrinhar” outros produtos, mesmo que na aparência apresentem alguma afinidade.
Sabendo-se que a maioria dos profissionais de marketing não é treinada, não é surpresa que seus pacientes – os produtos – morram freqüentemente. A taxa de mortalidade dos programas de marketing é tão alta que Clancy ( ) rotulou essas decisões equivocadas de “síndrome de marketing suicida”, as quais incluem:
• O gestor toma decisões (ou o Executivo da empresa, através do Gerente de Marketing) baseando-se apenas no seu bom senso, ou raciocínios tortuosos como: _ “Foi assim que fizemos no ano passado”, “Esse é o modo como sempre fizemos aqui na nossa organização”.
• A estrutura organizacional permite que os gerentes lancem programas de marketing não voltados às necessidades do consumidor. Em função disso, muitas vezes o que é aceito internamente acaba se tornando o próprio programa de marketing.
• A empresa utiliza sua concorrência para saber que oportunidades perseguir.
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( ) CLANCY, Kevin J. “Mitos de Marketing Que Estão Matando Seus Negócios”. São Paulo, Makron Books, 1994
Continuar lendo "Os Mitos de Marketing e Sua Influência nas Decisões Empresariais"
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